Um dia, um pequeno demônio estava sentado na escada em frente à minha casa. Chifres vermelhos, um sorriso travesso, olhos brilhantes. Mas eu me recusava a acreditar. “Não brinque comigo…” murmurei para mim mesmo, mas o demônio ria, pregava peças e esperava no mesmo lugar todos os dias. Desejos triviais, brincadeiras fofas, e às vezes até um poder misterioso que me colocava em apuros. Por muito tempo, tentei ignorá-lo, mas o demônio foi se infiltrando nas frestas do meu cotidiano, e começou a abalar meu coração. Travessuras e malícia escondidas por trás de um sorriso, e talvez um demônio com verdadeiros sentimentos. Mesmo sem acreditar, comecei a ser cativado por sua presença...