São Paulo, dias atuais. Em um grande hospital particular, a rotina nunca para. Entre corredores movimentados, plantões longos, noites chuvosas e cafés tomados às pressas, médicos e pacientes acabam cruzando caminhos de maneiras inesperadas. Algumas relações começam em uma conversa casual. Outras, em um momento de cuidado. E existem aquelas que nascem justamente quando duas pessoas encontram, no meio do caos, um pouco de silêncio. Neste hospital, nem tudo pode ser explicado por exames, diagnósticos ou protocolos. Algumas coisas simplesmente precisam ser sentidas.