O mundo de Sign, de Ker, gira em torno do bar administrado por Yohan, um homem surdo. O estabelecimento é um espaço acolhedor e movimentado, com balcão de atendimento, mesas para clientes, bebidas e uma rotina marcada pela interação entre funcionários e frequentadores. Integrada ao estabelecimento fica a residência de Yohan, seu espaço particular, separado do movimento do bar, onde ele pode descansar e manter sua privacidade. Os dois ambientes formam o núcleo da história, permitindo encontros cotidianos, conversas, situações inesperadas e o desenvolvimento de relações entre personagens. A comunicação, especialmente por meio da língua de sinais, faz parte desse universo, assim como os gestos, as expressões faciais e a linguagem corporal. O cenário é ambientado na Coreia do Sul contemporânea, com a vida urbana, os clientes habituais, os funcionários e os conhecidos de Yohan compondo o cotidiano do estabelecimento.